Friday, March 28, 2008

até já ...

... por isso eu já volto ...

Monday, March 17, 2008

amigos especiais

imagem google

Encontrei a Sofia um destes dias. Bonita sem uma ruga com o meigo olhar de sempre... E as coisas com o Pedro ? Que estavam bem, como amigos “amigos especiais” dizia-me num tom indefinido...
-"Sabes como é esta tua amiga, é assim uma «coisa»...
...que sufoca com compromissos, com partilhas, com «apêndices»... "


Sei-te assim amiga e espero que um dia te encontres : no possível, no viável sem deixares de ser tu ...if you know what I mean .


Thursday, March 13, 2008

só para (des) assentar ideias ...



«PROFESSORA - Alguma vez, queridos amigos, se interrogaram acerca de "o que é a vida ?". A vida é como um rio .
MAFALDA - Sim, a bronca é que todos pensam que sabem hidráulica . »
Quino

Wednesday, March 12, 2008

Porque rir é preciso !



E é sem dúvida a forma mais saudável de levarmos a vida, mesmo quando as cores tendem para o cinzento...

E estes rapazes são fantásticos para nos fazer lembrar disso!


Tuesday, March 11, 2008

Eu (por cá), também penso que sim ! ...



«Tudo quanto de desagradável nos sucede na vida - figuras ridículas que fazemos, maus gestos que temos, lapsos em que caímos de qualquer das vir­tudes - deve ser considerado como meros acidentes externos, impotentes para atingir a substância da alma. Tenhamo-los como dores de dentes, ou calos, da vida, coisas que nos incomodam mas são externas ainda que nossas, ou que só tem que supor a nossa existência orgânica ou que preocupar-se o que há de vital em nós. Quando atingimos esta atitude, que é, em outro modo, a dos místicos, estamos defendidos não só do mundo mas de nós mesmos, pois vencemos o que em nós é externo, é outrem, é o contrário de nós e por isso o nosso inimigo. Disse Horácio, falando do varão justo, que ficaria impávido ainda que em torno dele ruísse o mundo. A imagem é absurda, justo o seu sentido. Ainda que em torno de nós rua o que fingimos que somos, porque coexistimos, devemos ficar impávidos - não porque sejamos justos, mas porque somos nós, e sermos nós é nada ter que ver com essas coisas externas que ruem, ainda que ruam sobre o que para elas somos.

A vida deve ser, para os melhores, um sonho que se recusa a confrontos. »

Fernando Pessoa, in 'O Livro do Desassossego'

Friday, March 7, 2008

dualidades...




Recebi por email há anos e relembro sempre que as circunstâncias o exigem...

Monday, March 3, 2008

Grande Eça !




... palavras sempre actuais as deste grande escritor ...