Monday, January 15, 2007

História e estórias

há quem goste de dizer "conta-me estórias que eu sou pequenino"
nós também!
dizia o senhor professor Jose Hermano Saraiva hoje à hora do almoço que os portugueses são gente com um enorme patriotismo e orgulho nacional pelos feitos que tiverem e patati patata.que é como quem diz coisa e tal e mais que também.ok ponto final.
já todos conhecemos a estória e a História.fomos grandes, fomos os pioneiros,descobridores, povoadores, chegámos longe e mais além.fizemos e acontecemos e hoje alguns vivem das lembranças que estes senhores que escreveram a História, querem fazer perdurar.
o que me chateia não é estes historiadores enaltecerem os feitos é esconderem os erros!e este senhor é perito nessa matéria com o seu bolorento modo de ser, a lembrar o senhor de santa comba, que deus o tenha!
para o senhor José Hermano Saraiva aqui fica a "nossa" pequena contribuição para o seu próximo livro:
« Em Portugal, todos somos nobres, e considera-se como uma grande desonra exercer alguma profissão(...)Não falta que fazer a cada um(...): dois caminham adiante; o terceiro leva o chapéu, o quarto o capote...; o quinto pega na rédea da cavalgadura; o sexto segura os sapatos de seda; o sétimo traz uma escova para limpar os pêlos do fato; o oitavo, um pano para enxugar o suor da testa, enquanto o amo ouve missa ou conversa com algum amigo (...)
Clenardo, Carta a Látomo, século XVI ( adaptado)

3 comments:

esgalhado said...

Coitado do Professor.
Apesar do ensino livresco a que se dedicou não faz mal a ninguém...
Um dia destes hei-de escrever qualquer coisa sobre o verdadeiro "chico-espertismo" em Portugal.
Hás-de ver desfilar membros do governo, deputados, e uma velha raça de políticos que eu abomino, salvo muito raras excepções que são os maiores.
Escrevo assim não vá o Diabo tecê-las e algum deles ler isto...como são burros não vão entender.

rascunhos said...

Cá te espero então para ler. o senhor não é "chico-esperto" é bolorento.E lufadas de ar fresco , precisam-se!

AC said...

retrato do país que soubemos construir. afinal de contas, não soubemos fazer melhor.
Cpts